
Depois que o governo venezuelano abriu as fronteiras para voos de e para a Colômbia, diversas empresas aéreas dos dois países vizinhos demonstraram interesse em iniciar ou retomar rotas. O mesmo aconteceu com a estatal Conviasa, que anunciou os voos, mas se esqueceu de um detalhe importante: as sanções dos Estados Unidos.
Por conta dos embargos contra a companhia do país governado por Nicolás Maduro, o Ministério dos Transportes colombiano não pôde autorizar os voos da Conviasa. Há vários anos que a estatal está bloqueada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento de Estado dos Estados Unidos, segundo a TV colombiana Caracol.
A OFAC ou a incluir a Conviasa na lista de pessoas jurídicas sancionadas por supostos vínculos com o tráfico de drogas e outras atividades ilegais, segundo julgamento americano. A penalidade se estende a todas as aeronaves operadas pela companhia aérea.
Por fim, aquele anúncio que a Conviasa fez, de faria seu primeiro voo entre Caracas e Bogotá no dia 26 de setembro, já foi por água abaixo. A rota seria operada duas vezes por semana.